A saga da carteira de motorista

28.7.16


Era uma vez uma garota e sua irmã decidindo, num belo dia, que tirariam suas carteiras de motorista. O ano era 2015 e ambas estavam com tempo livre e dinheiro suficiente para iniciar este processo que, sabiam elas, não seria tão simples. O que elas não imaginavam é que seria muito, muito mais burocrático, frustrante, caro e péssimo do que elas sequer poderiam sonhar.


A irmã mais velha começou primeiro. Em agosto de 2015, sem pesquisar muito a respeito, ela foi à auto escola mais próxima de sua casa, um local tradicional com mais de cinquenta anos de existência que parecia uma boa opção para ambas. O preço também parecia amigável, além de ser parcelado, então ela fechou o negócio e abriu sua ficha no local.

A partir daí, iniciou o processo de primeira habilitação. Ela foi ao DETRAN, fez seu cadastro, levou à auto escola; fez os exames médico e psicotécnico, passando em ambos sem problema. Apesar disso, o preço dos exames não foi nada amigável. Depois, inscreveu-se no Centro de Formação de Condutores para as aulas teóricas e fez o curso rapidamente também - apesar de gastar mais um pouco. Após o curso, foi até a auto escola para marcar seu exame teórico, o que lhe custou mais alguns reais. E então ela aguardou. Aguardou, aguardou e... Nada. Após um mês sem dar notícias, ela foi à auto escola tirar satisfações e pediram para que ela aguardasse mais um pouco pois logo faria a prova. Entretanto, mais um mês se passou e... Nada. Então, após muito reclamar, finalmente seu exame foi marcado, com mais de dois meses de atraso. Após tudo isso, já era o mês de dezembro, quando ela finalmente fez e passou no exame teórico, estando apta para a próxima etapa.


Neste meio tempo, a irmã mais nova também iniciou o processo na mesma auto escola; o dela começou em outubro do mesmo ano. Fez exatamente o mesmo que a irmã, mas por sorte seu exame foi marcado no tempo normal, por isso em dezembro também já estava apta para a próxima etapa do processo. Ok, parecia bom, as duas irmãs fariam o resto das etapas juntas. O que elas não imaginavam era que o pior ainda estava por vir.

As aulas práticas de ambas iniciaram-se em janeiro de 2016. A irmã mais nova começou antes, o que era um pouco estranho, mas tudo bem, pensaram. Quando do início das aulas perceberam que tudo era mais complicado do que parecia. Não com relação ao aprendizado, pois este foi correto, mas com relação às falhas grandes daquela auto escola. Em muitas das aulas, as irmãs perdiam o horário porque o dispositivo de biometria dava erro - e, sem a biometria, não é possível fazer a aula. Depois, tinham que remarcar as aulas, o que atrasava seu objetivo ainda mais. Foram meses de aulas, remarcando e insistindo, até que ao final de março ambas completaram as vinte e cinco aulas obrigatórias. Ainda assim, elas não estavam seguras e muito menos contentes com suas habilidades, portanto pagaram mais algumas aulas extras (que não eram nada baratas) para que pudessem se sentir melhor. Elas achavam que o pior já havia passado, mas estavam, novamente, enganadas.


Chegou o dia do exame prático da irmã mais velha, no início de abril. Ela estava tranquila, já havia feito o percurso em uma aula extra, foi uma das primeiras a ser chamada. Fez o início do percurso corretamente, sem problemas. Quando chegou à baliza, apesar de ter feito os movimentos corretos, encostou na guia. Falta eliminatória. Precisaria remarcar o exame prático.

A irmã mais nova já havia finalizado as aulas, mas por algum motivo sua prova prática não havia sido marcada e, após muita demora, ela resolveu tirar satisfações. A auto escola disse que estava em época de renovação de alvará e faltavam documentos, por isso a demora para marcar o exame. Tudo bem, ela pensou. É só aguardar mais um pouco. Mas ela já estava há quase um mês sem praticar. E sua irmã, que não havia passado no primeiro exame, também.

As duas, já desgastadas com toda a aventura vivida até então, foram novamente marcar mais aulas extras e tirar satisfações com a auto escola. Mas havia algo de estranho acontecendo, ainda assim nada foi dito a elas. A aula extra que haviam marcado não pôde acontecer pois o carro havia quebrado logo antes do horário combinado. Mais uma frustração, visto que por conta daquela aula já precisaram acordar cedo num domingo. Tudo bem, remarcaram esta aula extra então, após alguns dias. Nesta aula, o instrutor contou tudo a elas. Disse que ele não trabalhava mais no lugar e que aquela auto escola iria fechar, por não se enquadrar na nova lei de metragem estabelecida pelo DETRAN. Disse também que o carro em que elas fariam o exame não seria o mesmo em que elas fizeram todas as aulas, o que era um absurdo.


Após essa aula, elas foram até a auto escola e pediram para marcar o exame. A irmã mais velha, para remarcar, precisou pagar ainda um valor absurdo. Por sorte, disponibilizaram o carro do exame para que elas pudessem fazer ao menos uma aula com ele. Fizeram e então o dia do exame prático chegou, isso já em maio. O primeiro exame prático da irmã mais nova, o segundo da irmã mais velha.

O dia do exame já não começou dos melhores. Estava frio e garoando, a irmã mais nova mal conseguira dormir na noite anterior por conta de sua filha. Ao chegar na porta da auto escola no horário marcado, às oito horas da manhã, ainda tiveram de esperar o rapaz que ia levá-las, pois este estava atrasado. Quando chegou, as levou até o local e as deixou lá com a instrutora de outra filial da mesma auto escola, junto a pessoas completamente desconhecidas. Havia cerca de cem pessoas aguardando para fazer o teste.

Debaixo da chuva e com frio, sem sequer um banheiro por perto, aguardaram por horas até finalmente serem chamadas (neste momento a chuva já havia cessado, ao menos). A irmã mais velha, que fazia o exame pela segunda vez, foi chamada primeiro. Estava mais nervosa do que da primeira vez. Entrou no carro, se arrumou e iniciou o percurso. Uma falha, esqueceu de acionar a seta na saída. Tudo bem. Fez o percurso até chegar na baliza. Dessa vez, fez toda a baliza corretamente, sem encostar na guia. Mas então, ao tentar sair, deixou o carro morrer. Duas faltas, reprovada.

Então foi a vez da irmã mais nova. Apesar de ser a primeira vez que fazia o exame, estava calma. Se arrumou e iniciou o percurso sem nenhuma falha. Chegou na baliza e a fez corretamente. Porém, ao sair da baliza, encostou levemente no cone. Uma falta eliminatória. Ambas saíam do local de prova decepcionadas.


Após tanta decepção e frustração, após tantos meses de desgaste, ambas estavam prestes a desistir de tirar a CNH. Parecia impossível que isso fosse dar certo, até que uma ideia passou pela cabeça delas: a transferência de auto escola. Será que existia um modo de trocarem para outra auto escola melhor? Então pesquisaram e descobriram que sim, isso seria possível. Assim, procuraram também uma auto escola melhor, com mais estrutura, com amigos que tivessem tirado a carta por lá, e encontraram uma que parecia se encaixar.

No meio de maio, com menos de três meses para o vencimento do processo da irmã mais velha, elas conseguiram ser transferidas para uma auto escola melhor, num bairro próximo. Foi a melhor escolha que poderiam tomar na vida. Lá era incomparavelmente mais organizado, havia vários instrutores, carros e planilhas com os horários de cada um, tudo era tratado diretamente com a moça que ficava na recepção. Além disso, era mais barato. Em poucos minutos resolveram tudo, marcaram o reexame e mais seis aulas para cada uma na mesma semana do dito cujo.

Quando iniciaram as aulas, o alívio pelos carros e instrutores melhores foi grande. Seus carros eram novos e leves para dirigir, o que as fez se sentirem mais confiantes. Fizeram aulas especializadas em suas maiores dificuldades, até que estavam preparadas para um novo exame. E então o dia dez de junho, dia do terceiro exame da irmã mais velha e segundo da mais nova, chegou.

Estava um frio absurdo, menos de 10ºC, além do vento. Saíram de casa atrasadas e se apressaram para chegar à autoescola, o que por um lado foi bom, já que puderam se aquecer no caminho. Conseguiram entrar no ônibus fornecido pela autoescola, um dos cinco ônibus que levaram os muitos alunos daquele dia de exame. A viagem foi bem confortável, ao menos isso. Mas o conforto só durou até chegarem ao local de prova.

Ainda no frio exorbitante que castigava aquela manhã, as duas tiveram que entrar em uma fila gigantesca de quase trezentas pessoas; separadas, pois era por ordem alfabética. Passaram horas naquela fila, no frio, apenas esperando suas vezes chegarem. Por sorte, após cerca de duas horas, um tímido sol deu as caras para aquecê-las um pouco.

A vez da irmã mais nova chegou primeiro. Entrou no carro, cumprimentou a avaliadora, ajeitou o banco e os espelhos, colocou o cinto, deu a partida. Saiu. Nesse mesmo momento, a avaliadora comenta que a seta estava sinalizando para o lado errado. Lá se foi um erro e toda a confiança da garota foi por água abaixo, dando lugar ao nervosismo. Continuou, fez a baliza. Dessa vez, conseguiu sair da baliza sem problemas, mas ainda mais nervosa porque a avaliadora a apressava, dizendo que ela não tinha o dia todo para fazer aquilo. Seguiu o percurso, estacionando numa subida. Então, na hora de sair com o carro novamente, ela o deixou morrer. Acabou sua chance.

Derrotada, foi ao encontro da irmã mais velha que ainda se encontrava na fila. Esperaram por um bom tempo, até que sua irmã, uma das últimas que restavam, foi chamada. Entrou no carro, se ajeitou, deu a partida. Saiu, com a seta correta. Continuou até a baliza. Lá, se atrapalhou com a embreagem e acabou deixando o carro morrer. Duas vezes. Lá se foi mais uma chance da irmã mais velha.


Voltaram para casa, mais uma vez infelizes; mas não desistiram. Na semana seguinte, marcaram novamente um exame e aulas extras, dessa vez para a segunda semana de julho. Após tantas tentativas, elas tinham a vantagem da experiência.

As aulas extras foram melhores do que nunca. Dirigiram não apenas em ruas pequenas e vazias, mas em grandes avenidas com semáforos. Estacionaram em estacionamentos e fizeram balizas entre carros reais, dessa vez estavam plenamente confiantes. Além das aulas pagas, dirigiram com seu pai, em seu próprio carro, o que as ajudou bastante.

E então chegou o dia de mais um exame. O quarto da irmã mais velha e terceiro da irmã mais nova. O dia estava bom, estava quente e ensolarado. Elas não se atrasaram, então chegaram tranquilas ao local do exame. Havia menos da metade das pessoas que fizeram o exame na vez passada. Elas sentiam que esse seria o dia.

Ficaram ao final da fila, quase as últimas. Mas não havia problema, porque ainda assim seria mais rápido do que as outras vezes. As duas foram chamadas quase que ao mesmo tempo e fizeram a prova praticamente juntas. A irmã mais nova entrou no carro, se arrumou, fez tudo com muita calma. Deu a seta e saiu com extrema facilidade e confiança. Fez a mudança de marcha e chegou à baliza. Fez a baliza com tranquilidade, sem erros, e saiu. Virou a rua e estacionou na subida. Conseguiu sair tranquilamente e continuar o percurso que ela nunca havia conseguido fazer. E então, simplesmente, quando menos esperava, já havia estacionado e a prova havia terminado. O avaliador a elogiou, dizendo que estava confiante e aprovada. Ela mal conseguiu acreditar.

A irmã mais velha fez a mesma coisa. Tudo corretamente, com confiança e tranquilidade, sem erros. Mal pensou enquanto fazia a prova, apenas fez. E terminou. E foi aprovada também.

Finalmente as irmãs podiam descansar, respirar e continuar suas vidas. A carteira de ambas chegou após duas semanas e uma etapa da vida foi finalmente vencida.

FINALMENTE EU TIREI ESSA MALDITA CARTA, MANO. NEM TO ACREDITANDO. FINALMENTE. POSSO MORRER FELIZ AGORA? <3


11 comentários:

  1. Oie!

    Então, né.... conheci seu blog recentemente e li tudo. Que bonitinho, o final, mas sério que tiveram que fazer o teste, umas três vezes? Olha: 2 numa escola, e 3 na outra? Eu não tenho e ainda nem tentei tirar uma carteira de motorista, mas já sei que, muitas vezes, a culpa pode ser da escola mesmo HSUAHSUA porquê na terceira vez, vocês duas fizeram numa escola diferente né HUASHUA

    Adorei ler a sua historinha, mas sinceramente não quero ter uma igual a sua não. Quero conseguir tudo de primeira, pra evitar gastar muita grana também.
    Adorei seu bloguito, beijinhos <3
    mallow-mars.blogspot.com.br

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    1. Ooi Taah!

      Muito prazer e seja-bem vinda por aqui! o/
      SIM, tivemos que refazer o teste trocentas vezes, o processo todo foi muito terrível. E é verdade que a autoescola influencia muito para o bem ou para o mal, por isso sempre aconselho a galera a escolher bem a autoescola antes, e de preferência ir pra uma grande, porque as pequenas tem mais problemas. :/

      E com fé você vai conseguir ter uma história diferente e bem melhor, hahaha! Boa sorte!

      Obrigada! Beijos! ;*

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  2. Poxa, que coisa... Eu já tirei a minha carteira de motorista, mas não houve problemas, parece que o negócio daqui funciona mesmo porque eu passei na primeira tentativa! Fiz a baliza toda certinha e no trajeto eu deixei o carro apagar só uma vez, depois de uma parada na subida, e aí perdi dois pontos e não reprovei :3 Caramba, fiquei tão feliz! Aconteceu à uns meses atrás. Mas apesar de todos os problemas que vocês encontraram, fico feliz em saber que finalmente conseguiram, porque você tem razão, isso é praticamente uma etapa da vida.

    { Barbie Pretty Sweet }

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    1. Nossa, que maravilha! Deve ser muito bom passar de primeira; mas o bom mesmo é tirar, indepentende de como foi o processo, depois que a gente tira é um alívio que só! hahaha
      É verdade, é uma felicidade muito grande quando a gente passa! <3

      Beijos!

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  3. Poxa, que coisa... Eu já tirei a minha carteira de motorista, mas não houve problemas, parece que o negócio daqui funciona mesmo porque eu passei na primeira tentativa! Fiz a baliza toda certinha e no trajeto eu deixei o carro apagar só uma vez, depois de uma parada na subida, e aí perdi dois pontos e não reprovei :3 Caramba, fiquei tão feliz! Aconteceu à uns meses atrás. Mas apesar de todos os problemas que vocês encontraram, fico feliz em saber que finalmente conseguiram, porque você tem razão, isso é praticamente uma etapa da vida.

    { Barbie Pretty Sweet }

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  4. Olá, Helo! \o/

    Antes de mais nada: estou te adorando por ter colocado todos esses gifs de TBBT. Hahaha. ♥ Descreveram bem as reações para todas as situações ocorridas nessa "Saga da carteira de motorista". hasuhasuh

    Então, eu ainda não tirei minha carteira de motorista. O plano era para tirar esse ano, mas devido algumas adversidades, ficará para o próximo. O meu maior receio é cometer alguma ou várias faltas eliminatórias e ser reprovada. T_T

    Monamour, que batalha toda foi essa para tirar a CNH? Haha. Eu lendo, e no meu pensamento estava: Agora vai dar certo, agora vai dar certo... Aí vai e algo dá errado. ç.ç Sabe, para mim, a escolha da autoescola faz-se bastante importante. Claro, tudo depende também de quem está ali aprendendo, mas ter uma autoescola com uma boa estrutura e com ótimos instrutores muda TUUUDO.

    E sobre essa avaliadora apressada... NOSSA, AÍ MESMO É QUE EU IRIA COMETER VÁRIOS ERROS. Eu não consigo fazer as coisas direito se tiver alguém me pressionando. Já sofro de ansiedade, então se tiver alguém dizendo certas coisas para mim ali, ficarei tão nervosa que no mínimo sairei atropelando todos os cones (isso se não tiver um ataque antes).

    Apesar de todas as frustrações que passaram, fico feliz que tenham sido aprovadas e que, no final de toda essa trajetória, alcançaram o que queriam. PARABÉNS, MULHER!!! CONSEGUIU TIRAR A MALDITA CARTA! \o/

    Beijos!

    Coud

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    1. Ooi Lady Smoak! o/

      HAHAHA o Sheldon é totalmente essa situação, só consegui lembrar dele escrevendo esse post!

      Olha, eu não posso dizer que é tranquilo porque não é, por mais que a gente queira, o nervosismo vem na hora da prova sim. A gente só passa quando estamos bem seguras mesmo, dirigindo direitinho, porque vai tudo automático e pronto. Mas tem gente que consegue passar de primeira, então vai muito de cada pessoa e é possível sim. :)

      Pois é, agora eu recomendo pra todo mundo que escolha muuuito bem a autoescola, e de preferência vá pra autoescolas grandes porque as pequenas é que acabam tendo mais problemas desse tipo.

      MANO, esse dia foi o que me deu mais raiva! Se aquela avaliadora não ficasse me enchendo o saco, eu teria ido bem melhor! u-u

      Huahuahua o que importa é que passamos! E obrigadaaa! \o/

      Beijos!

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  5. Minha nossa, se eu chegasse ao final do post e descobrisse que as duas ficaram sem CNH iria pessoalmente chutar as bundas dessas pessoas da primeira escola! Que absurdo! Por essas e outras que ainda não tomei coragem de tirar a minha CNH - embora meu irmão tenha feito todo o processo sem maiores problemas, já vi histórias piores do que as de vocês e sempre me dá preguiça de entrar nessa também, haha.
    Beijo!

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    1. Hahahaha eu não teria coragem de postar a história se tivesse um final tão triste! xD
      Ah, se não precisa é melhor nem tirar mesmo, porque puts, é um processo muito chato. Mas tem gente como seu irmão que dá sorte e consegue tirar sem nenhum problema, haha.

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  6. Meu senhor, que odisseia. HSHUSHSUHUHSU Mas parabéns pela carta! <3 Eu ainda não aprendi a dirigir, porque com 18 eu trabalhava e fazia cursinho e depois fui morar fora, e todo o dinheiro gasto comigo já é o suficiente eu acho, hahahaha! Tirar carta tá caro menina, e acho que tu pode dizer isso com mais propriedade do que eu! D: Que bom que AO MENOS deu certo no final.

    Respondendo seus comments, porque e sou lerda: menina, sofri com Takoyaki a 13 contos, mas eu tava na vontade e era o que tinha pr'aquele dia, hahaha! Sobre o padre, achei muita falta de consideração ele não autografar os livros, mas já que rolou a foto, achei menos pior. Pra mim foi mal organizado mesmo ¬¬
    Miga, sobre LoveCom, recomendo comprar já, pa ontem. Os mangás da Panini sempre esgotam, somem dos lugares, tem recall e quando tu acha na Liba, tá uns 10 contos mais caro! Não compensa esperar, você se pá nem acha a coleção toda. Isso só funciona com a linda da JBC que SABE VENDER COISAS (tenho birra da panini sim nem escondo).
    E olha, vá à Aparecida do Norte. É fantástico, a arquitetura é maravilhosa, a casa das velas é mística, sério. hahahah! Mas quando vc sai da "igreja", é um saco porque tem muitos 'ambulantes' enchendo as paciências uwu hahaha!
    Beijinhos Helo :*

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    1. HAUHAUHSUASH é pra mostrar o quão longo foi o processo na realidade! xD
      Obrigada! <3 Ah, entendo essa situação. É caro mesmo, e põe caro nisso! Mas algum dia você terá a oportunidade. :) E a única coisa que importa é que deu certo no final, haha!

      Nossa, pois é, às vezes eles abusam nos preços. Mas eu entendo, faria a mesma coisa! hahaha
      Ah, mas pelo menos ele deixou tirar foto e tal, mas achei meio estranho ele não autografar.
      sobre Lovecom eu estava pensando em comprar tudo junto no final, mas agora que você disse isso eu to indo correndo comprar os mangás enquanto há tempo! A minha esperança era comprar usado no Mercado Livre, mas vai que ninguém quer vender a coleção ou vende por um preço absurdo? Melhor garantir enquanto está saindo, né. Obrigada pelo conselho <3
      Agora sim fiquei ainda com mais vontade de conhecer a cidade! Tirando os ambulantes, deve ser muito lindo <3

      Beijos!

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