Sobre pessoas que não sabem o que fazer da vida

10.2.17


Olá, queridas calopsitas! Como vão? Devem ter notado que eu demorei bastante para postar dessa vez. Isso se deve ao fato de que eu não tinha absolutamente nenhuma ideia para trazer pra cá e tampouco tive vontade de fazer memes e esse tipo de coisa. Eu consegui comentar em alguns blogs aqui e ali e, apesar de as coisas não estarem perfeitas, eu sinto que as engrenagens estão começando a girar na minha vida, entendem o que eu digo? Sinto que alguma mudança bem lenta e gradual está começando a acontecer, o que é muito bom. Mas enfim, vamos parar de conversa fiada (?), cliquem no (+) porque essa postagem está bem filosófica. <3


Bem, andando pelas bandas do Facebook esses dias, em um grupo de ilustradores, eis que me deparo com um tópico de um homem dizendo que estava em dúvida pois ele gosta de fazer muitas coisas (escrever, desenhar, programar, etc), mas ele não quer focar em nenhuma delas e deixar as outras de lado, ele gosta de fazer todas essas coisas ao mesmo tempo. Então esse homem lançou esse tópico por lá e gerou bastante repercussão, porque: algumas pessoas diziam para ele que deveria, sim, focar em apenas alguma coisa; enquanto outras diziam que não, era possível fazer tudo. Então, em um dos comentários, alguém publicou o vídeo abaixo e foi então que minha percepção sobre as coisas ficou bem menos confusa, o que me ajudou muito e eu espero que, trazendo esse tópico aqui no blog, eu possa ajudar a algumas pessoas também.



Nessa palestra, Emilie diz que existe um tipo de pessoa chamada "Multipotentialite", que em português poderíamos traduzir para algo como "muitlipotencialista", que, segundo ela, é alguém que tem potencial para aprender múltiplas disciplinas, mesmo que em áreas completamente diferentes. Ela cita pessoas influentes que fazem parte desse grupo, como um psicólogo (ou psiquiatra, agora não me recordo) que também é luthier, entre outros. Como eu me identifiquei de cara com tudo isso, senti que esse vídeo era pra mim, hahaha!

Eu nunca soube o que fazer da vida, nunca soube responder à pergunta "o que você quer ser quando crescer", mesmo já no colegial ou já adulta. Até hoje eu realmente não sei o que quero fazer da minha vida. Eu sei de várias coisas que gosto e várias que não gosto. Outro dia mesmo eu queria prestar vestibular para biologia, agora estou querendo fazer uma pós para ser professora, sendo que eu já tenho vários cursos nas costas na área de design e animação, games, audiovisual, informática, etc. Eu sempre me senti deslocada e, recentemente, inútil, por não saber o que fazer da minha vida. Eu até tenho um post nos rascunhos com o título "não sei o que fazer da minha vida". Aplausos pra mim, tamanha a dificuldade! hauhauahuha

Emilie aborda a questão de que as pessoas multipotencialistas têm alguns "super-poderes", que, no caso, são: síntese de ideias, aprendizado rápido e adaptabilidade. Como elas se interessam por várias coisas, elas acabam estudando bastante sobre aquela coisa (até se cansarem), e, por ter muitos conhecimentos, elas são mais adaptáveis e mais criativas, tendo uma perspectiva maior sobre dado assunto que às vezes os especialistas não conseguem enxergar. Ela comenta que, por exemplo, na Grécia antiga, o ideal era saber de vários assuntos ao mesmo tempo (!), ao contrário de hoje.

Obviamente eu me identifiquei muito com a coisa toda. Sabe, ninguém nunca chegou pra mim e falou: "você não precisa seguir uma carreira específica", as pessoas sempre perguntam: "no que você trabalha?" ou "o que você estudou?" ou "o que você gosta de fazer?" esperando que você dê apenas uma resposta. Isso é completamente impossível pra mim. Acho que a cada dia eu acordo querendo ser uma coisa diferente. Fotógrafa do Animal Planet, professora, bancária, escritora, cosplayer, blogueira de sucesso (q), viajante profissional, cantora, atriz, desenhista, todas essas ideias passam na minha cabeça e são bem plausíveis, mas só na minha cabeça mesmo, na sociedade galera vai me mandar ver um psiquiatra ou parar de ser folgada e sonhadora.

Esse vídeo apareceu para mim de uma forma muito interessante. A mensagem que ele passa, então, é a seguinte: hey, você! Você que não sabe exatamente o que fazer da sua vida? Você é normal, ok? Aliás, você pode tirar muita vantagem disso. Então, não se desespere porque não consegue responder à essa pergunta, afinal você tem habilidades maravilhosas e o mundo precisa de gente como você.

Eu espero que isso tenha ajudado a alguém como ajudou a mim. Não se desespere jamais porque a sociedade faz as coisas de uma forma e você é diferente. <3

9 comentários:

  1. Respostas
    1. E aí Helo?
      Meu deus, eu sinto como se essa postagem tivesse sido feita pra mim! Eu te entendo demais, afinal eu também nunca consigo responder o que quero ser quando crescer (sempre respondo uma coisa diferente). No ano passado, minha professora de português perguntou "Joana, o que tu quer ser quando crescer?" E eu comecei a pensar tipo "professora escritora psicóloga desenhista arqueóloga cientista musicista patinadora..." e acabei respondendo "alguma coisa relacionada a design" -q

      Algumas vezes eu realmente acabo pensando que tem alguma coisa errada comigo, porque enquanto minha irmã mais velha sempre almejou a medicina, parece que todo santo dia eu quero ser alguma coisa diferente... Mas depois que eu assisti a essa palestra, eu até comecei a rir porque foi muito eu!

      Isso me ajudou muito, talvez eu até pare um pouco com a pressão que tenho imposto em mim nesses últimos dias *é meu último ano de fundamental e ano que vem eu aposto que meus pais começarão a me pressionar, mesmo que até mesmo a ideia de trabalhar como caixa de mercado tenha me parecido meio interessante ultimamente*

      Sayonara <3

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  2. Oee Helo o/

    Eu sempre tive dúvidas sobre o que fazer da minha vida. Uma época queria ser veterinária, outra cantora, outra musicista, escritora, vlogueira, blogueira, professora, programadora, designer. De todas essas vontades, eu cheguei a fazer o magistério pra me tornar professora, e apesar de continuar achando a profissão fantástica (minha mãe é prof), eu me descobri sensível demais pra profissão, tipo, toda vez que eu voltava da aula de observação onde eu ajudava um prof de uma turma de 5°ano, eu chorava de soluçar em casa.

    Tentei também ser cantora, fiz um teste pra banda da escola, e os professores se cutucavam e riam baixinho pelo tão agudo que a minha voz podia ir e não me deram ajuda nenhuma. Aí cheguei a conclusão de que pra eles, a pessoa já deveria chegar lá com técnicas de canto e tudo já aprendido, aí ficava só em casa, cantando sozinha que é o que faço hoje em dia.

    Já dei uma de musicista, aprendi flauta transversal, saxofone tenor (mas por ser enorme, eu não tenho fôlego), e a minha paixão que é o saxofone alto. Também aprendi a tocar violão, e um pouco de guitarra. Cheguei a entrar na banda da escola, como saxofonista, indo pra orquestra municipal e sendo remunerada, mas eu sou libriana, e o símbolo do meu signo é a balança, e eu odeio injustiça. Então, eu ensaiava horrores com meus colegas, tinha bolhas nos dedos, cãibras nas mãos, aftas nos lábios, garganta seca e tonturas frequentes pelas horas soprando, e ganhava muito menos do que um cara que NUNCA ia nos ensaios, e quando ia tocava errado, MAS OOOOOOH, ELE ERA PROFISSIONAL. Pra mim era um sonho tocar e ganhar dinheiro, sabe, nossa, que legal se eu conseguisse viver da música, até tinha pensado em prestar vestibular pra música, já que tinha conhecimentos em partitura, mas eu fiquei tão brava, olhava pros meus pés com calos dos saltos nas apresentações e aquele cara sempre envergonhando e ninguém falando nada, chutei o balde, e fui fazer um cursinho pré-vestibular até decidir o que fazer da vida.

    Aí nessa fase aí, eu queria ser jornalista. O problema é que pra ser jornalista tu não precisa ter o curso, é só ir trabalhar no jornal (agora entendo porque tem erros absurdos em alguns jornais), além do mais, eu odeio política, então desisti. Tipo, se tu for de uma família influente, tu consegue uma profissão ali, se tu for baladeiro e essas coisas, agora, se tu for filha de uma professora e de um auxiliar de topografia, que vive em casa sendo nerd e com vergonha das pessoas, aí complica um pouco.

    Sobre ser escritora, eu pensei até mesmo, ao invés de Letras, cursar Biblioteconomia, porque eu poderia trabalhar como bibliotecária e passar o dia lendo e organizando livros, OLHA QUE MARAVILHA! Daí eu cheguei a conclusão de que eu não gosto só de livros, então acabaria por ser chato. E ser escritora, não existem muitos escritores que só vivem disso, tipo, eles são escritores E *INSIRA ALGUMA PROFISSÃO AQUI*, logo, eu posso fazer o que eu quiser e escrever. Inclusive, tenho várias histórias inacabadas salvas no pc. Quem sabe um dia, né?

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    1. Daí eu comecei a pensar CARA, EU PRECISO ESTUDAR ALGUMA COISA. Mas o que? Eu adorava a ideia de ser programadora, eu passava muitas horas estudando linguagens de programação, sabe? Nossa, que daora. É isso, vou estudar pra ser programadora. Mas eu também quero melhorar meus desenhos e fazer animação. Mas eu também quero ser fotógrafa. E escritora. E blogueira de sucesso HUE. E pq não, no futuro, dar aulas sobre alguma dessas coisas? Eu só quero ser eu, sabe? Por isso, mesmo fazendo faculdade, eu me sinto... perdida. Minha vida tá incompleta, sabe? Eu quero mais, quero fazer mais.

      Ah, já ia esquecendo. Quando pensava em levar a sério o lance de veterinária, até vegetariana eu me tornei. Então. Sobre ser fotógrafa: até pensei em fazer um curso lá, comprei até a câmera profissional, mas não fui adiante. Fotografo sozinha, sem experiência alguma, mas gosto disso.

      Atualmente, enquanto estudo Ciência da Compt, tento melhorar minha forma de fazer layouts, tento melhorar meus desenhos, minha escrita, talvez eu volte a tocar algum instrumento (minha guitarra tá lá pegando mofo, coitada ) e eu me sinto feliz de saber que eu não sou uma vagabunda, que eu não sou errada, e que ao invés de saber o que eu quero, eu quero ser muitas coisas e que não tem nada de errado nisso. AH CARA, AS PESSOAS FICAM TIPO "IIIIH, DAQUI A POUCO TU VAI DESISTIR DO CURSO E QUANDO SE DER CONTA PERDEU A VIDA TODA SEM TER FEITO NADA, TEM Q PENSAR EM ALGO PRA SE ESTABILIZAR", então obrigada Helo pelo post aidheuh sério.

      Acho que desabafei nesse comentário adhaeuhad, é meio complicado falar sobre isso, sabe. Sinto como se não devesse ser assim, e quando tem pessoas mais novas do que eu, fico tipo TÁ, MAS TÁ CERTO SER ASSIM? pq daí eu acho que devo dar apoio pra elas, em fazer as coisas certas. É tenso.

      Ah, eu comecei um blog novo, depois de tretar com o Dois Cafés adihaeh
      Uchuu Shoujo

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    2. DESCULPA POR ESSE LIVRO DE ELI, VIU? DESCULPA AEDUHAEU

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  3. YOOOOOO HELO \O/

    Cara, eu sempre achei isso super bom! Eu acho incrível as pessoas que conseguem se interessar e aprender várias coisas, tipo ter uma visão ampla, ler bastante assuntos diferentes e conseguir sintetizar tudo isso, pra mim é algo MEGA INCRÍVEL! Vai por mim, se eu pudesse eu adoraria ser como você, bem na verdade eu também tenho vários interesses, tipo eu tenho certa vontade em poder criar histórias (principalmente mangás), ou fazer esses amv's da internet, ou poder aprender algumas línguas, aprender tocar alguns instrumentos como violino, mas a minha preguiça e impaciência sempre me impedem. Então, ter esse monte de interesses e poder conciliar todos eles é algo incrível!

    Talvez ter tantos interesses tenha as suas dificuldades, pois todos eles irão exigir esforço e foco, portanto a pessoa pode acabar pegando muitas coisas ao mesmo tempo e não dar conta de todas elas e acabar fazendo tudo pela metade. Mas, talvez se organizar e ir pegando por "grupinhos", um pouco de cada vez resulte em ótimas coisas, em um grande aprendizado e isso trás várias oportunidades que as pessoas com apenas "uma rota" não possuem. Tipo, a dinda da minha irmã é assim, ela se mete num monte de curso e faz um monte de coisa, e agora que ela já é aposentada resolveu fazer faculdade de veterinária e se especializar em felinos, pois ela sempre adorou gatos!

    Sério, Helo talvez fazer tudo ao mesmo tempo seja realmente impossível, mas fazer todas as coisas que você quer aos poucos, separando tudo e organizando é algo que eu acredito ser muito proveitoso, afinal conhecimento nunca é exagero xD

    Kiss

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  4. FINALMENTE CONSEGUI ATERRAR AQUI, PALMAS PARA MIM!

    Ohayou, Helo ^^ Eu tenho andado a acompanhar o seu blog - por alto, mas tenho - e já há dias que ando a babar no seu layout, nas cores, no mapeamentp, nas fontes, na imagem lateral, nos padrões e nas bordas arredondadas que me fizeram sentir bem nostálgica (ai, vou ter de fazer um layout assim) <3

    Mas este post ganhou-me completamente, porque: NÃO SOU A ÚNICA!!! De certa forma, eu já tinha notado esses seus interesses variados e era algo com que eu me identificava, e nunca me senti realmente sozinha nisso porque a minha mãe é igual a mim, mas saber que há assim tanta gente que tem múltiplos interesses é muito mais interessante. Aliás, há uns anos fiz um post no FS relacionado, e enquanto você deu o exemplo da grécia, eu dei o exemplo de que, na época renascentista, o "homem perfeito" era um conceito sobre como as melhores pessoas da sociedade eram aquelas que sabiam de tudo, artes, ciências, línguas e ainda conseguiam trabalhar o físico: http://4ever-sapo.blogspot.pt/2015/02/porque-so-uma-coisa.html

    Mas o seu post explica muito melhor o que eu sentia e vou até publicá-lo no facebook. "Como elas se interessam por várias coisas, elas acabam estudando bastante sobre aquela coisa (até se cansarem), e, por ter muitos conhecimentos, elas são mais adaptáveis e mais criativas, tendo uma perspectiva maior sobre dado assunto que às vezes os especialistas não conseguem enxergar. " - esse foi o ponto com que mais me identifiquei. Dedico-me completamente a aperfeiçoar uma área, até me fartar e saltar para outra(s), mais tarde retomando e, com sorte, usando s skills de outras áreas para evoluir nessa mais depressa.

    Quando me perguntavam sobre o que queria ser, eu dizia médica - e nem me teria importado de facto em sê-lo - mas a área da programação é bem mais versátil para mim e permitir-me-á ingressar em coisas mais criativas, servindo talvez de porta de entrada para outras áreas. Design, animação e jogos são apenas algumas delas, bem semelhantes às que também interessam você.

    Eu não acredito que, pela forma como a sociedade está concebida, seja possível fazer tudo ao mesmo tempo. Nem que hajam trabalhos que exijam que nós saibamos um pouco de tudo, na verdade, os empregos parecem preferir que nós estejamos especializados numa coisa só, o que faz algum sentido pois se focarmos a nossa atenção numa única coisa, é natural que fiquemos bons nela. Mas poderíamos focar numa de cada vez - infelizmente, o ensino nem sequer permite isso porque querem ensinar-nos um bocado de tudo primeiro, para depois nos obrigarem a escolher uma área cada vez mais específica. É até triste esse corte repentino, para não dizer contraditório. Deviam haver dois tipos de ensinos distintos, um especializado e um multifacetado.

    Enfim, tenho de tomar vergonha na cara e ver Moana, aliás tenho de ler o seu post anterior com mais atenção pois pelos vistos você deu 5 estrelas a tudo. E COMO ASSIM JÁ FEZ ANOS??? OMEDETOU ATRASADOS!! Ainda hoje dei os parabéns à Shana, quantos mais aniversários terei perdido?

    Jaa! ;)

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  5. QUE POSTAGEM MARAVILHOSA SOCORROOOOOOOOOOO, SAÍRAM ARCO-ÍRIS PELOS MEUS OLHOS!!

    OLAAAAAAAAAA HELO!!

    Poxa eu também não tenho a menor ideia do que fazer da vida e agora que eu entrei no ensino médio as pessoas ficam me pressionando perguntando o que eu quero fazer e a minha resposta sempre é: NÃO SEI. É bem difícil tipo: pensar em uma carreira que você deve seguir a vida toda e esse tipo de coisa, então acho bem legal essas pessoas que não conseguem decidir entre uma ou outra (como você pelo jeito). Eu não vejo muitas opções pra mim - eu sei que eu sou jovem mas ainda não encontrei nada definitivo - por exemplo: eu penso em trabalhar com animações e virar desenhista profissional, mas eu não sie se vou conseguir isso sabe. É complicado.
    ESSAS COISA DE FUTURO ME DEIXAM TODA BUGADA, EU SÓ QUERO FICAR NO MEU QUARTO COMENDO BESTEIRA, VENDO ANIME/SÉRIE/FILME E LENDO PELO RESTO DA VIDA, mas isso é impossível *cries in preguiça language*

    O vídeo da palestra é incrível e o post foi maravilhoso também. Obrigada por falar desse assunto Helo <33

    godibai.

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  6. Oi Helo <3
    Olha, sabe porque eu escolhi psicologia? Porque era a opção que parecia me deixar menos entediada. Cada dia uma história diferente, HAHAHAHA!

    Eu acho que isso tem a ver com um conflito social de gerações. A gente vive numa sociedade pós-moderna, que é um período que se caracteriza por mudanças rápidas e constantes, excesso de estímulos e pouco foco nas coisas. O problema é que a estrutura social, as instituições e algumas pessoas ainda funcionam nos moldes dos tempos modernos, onde as coisas eram bem definidas, enquadradas e sólidas.
    Eu acho que ambas as coisas são problemáticas quando a gente parte pros excessos. É complicado não conseguir um emprego ou parar em um porque você quer fazer de tudo. Mas você pode ser professora de arte, usando o conhecimento que já tem e talvez algum desejo de transmitir conhecimento, além de ser blogueira como hobbie e ser ilustradora/fazer/vender quadrinhos, por exemplo, que falem sobre, sei lá, o reino animal? Por que não? AHSAHUSHAUHSAU
    Acho que o problema de escolher uma carreira tem a ver com o molde engessado que elas aparentam ter e as pessoas tentam se encaixar nesse molde. Tenho uma amiga que formou em psicologia e está fazendo um curso de doula, e que por conta da nossa formação crítica gosta de trabalhar com políticas públicas. Resultado dessa bagunça: ela quer trabalhar no sistema público de saúde com políticas de parto humanizado, inclusive porque a formação como psicóloga traz a importância da gestação, do parto e da relação mamãe-bebê. Não faz todo o sentido?
    Eu fiz estágio com orientação profissional e essa área nunca esteve tão em alta, HAHAHAHA! Um conselho? Escolhe algo que você sente que faz melhor - no sentido de habilidade, talento e saco mesmo - e tenta conciliar isso com outros interesses. Imagino que você consiga encontrar algo que se satisfaça por hora - queira ou não, a gente precisa trabalhar né non? HUAHUSAHUSHUHSUHU! Mas isso não quer dizer que vc precisa se fechar nisso - eu mesma quero fazer um curso de desenho depois da facul, talvez um curso de japonês, só porque sim. A gente pode fazer uma coisa de cada vez, e ainda assim fazer várias! ♥

    Filosofei mas é isso aí. Brigada pela sua plaquinha linha e pelas felicitações lá no blog ;w;/
    Sobre minha mãe, ela estava com cálculo renal, mas não era tãããão grave e já tá tudo bem, hahaha!

    Beijinhos pra você! :*

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